Artigos Técnicos
Série sobre tratamento de águas industriais, publicada semanalmente: da água como transporte de calor aos sequestrantes de oxigênio.
Preço é Verificável, ROI é Promessa
Por que compradores industriais escolhem a proposta mais barata mesmo com o ROI da opção mais cara comprovado — e o que muda essa decisão.
Ler artigo →Comparação entre os Programas de Fosfato
Fosfato Coordenado, Congruente, de Equilíbrio e Continuum lado a lado: o que muda na prática entre os quatro programas e como escolher o certo para sua caldeira.
Ler artigo →Fosfato Continuum
O Fosfato Continuum surgiu porque poucas plantas realizavam a caracterização experimental exigida pelo Fosfato de Equilíbrio. Entenda as faixas PC(L) e PC(H).
Ler artigo →Fosfato de Equilíbrio
O Fosfato de Equilíbrio (EPT), desenvolvido pelo EPRI, abandona a razão Na/PO₄ fixa e busca a curva de solubilidade específica de cada caldeira para reduzir o Hideout.
Ler artigo →Fosfato Congruente
Como o Programa Fosfato Congruente resolveu as limitações do Fosfato Coordenado e por que o fenômeno do Hideout ainda exige atenção.
Ler artigo →Fosfato Coordenado
A origem do Programa Fosfato Coordenado, como ele era controlado por pH e teor de fosfato, e por que a análise de sódio não era usada.
Ler artigo →O Custo da Purga
Um exemplo numérico de como a queda na qualidade da água de alimentação reduz o ciclo de concentração, aumenta a purga e eleva o consumo de combustível.
Ler artigo →Para que Serve o Tratamento Interno — Parte I
Para que serve o Tratamento Interno de caldeiras de alta pressão e como evoluíram os programas de fosfato desde 1942 até o Fosfato de Equilíbrio.
Ler artigo →FAC — Flow Accelerated Corrosion (Parte III)
Como montar as defesas contra FAC e um mapa de risco formal, incluindo o cálculo da vida remanescente (VR) de cada ponto crítico.
Ler artigo →FAC — Flow Accelerated Corrosion (Parte II)
Os pontos críticos de FAC em sistemas de vapor e a estrutura de um programa de monitoramento químico, inspeção de espessura e análise de tendência.
Ler artigo →FAC — Flow Accelerated Corrosion (Parte I)
O que é a FAC (Flow Accelerated Corrosion), os fatores que a favorecem e por que ela passa despercebida até a falha da tubulação.
Ler artigo →Sequestrantes de Oxigênio — Parte II
Sulfito de sódio, hidrazina, carbo-hidrazida, DEHA e eritorbato de sódio: características, restrições e critérios de escolha.
Ler artigo →Sequestrantes de Oxigênio — Parte I
Por que sequestrantes bem dosados ainda falham — e o que acontece quando o desaerador não faz sua parte.
Ler artigo →Desaeração — Parte II
Tipos de desaeradores, critérios de seleção, diagnóstico de falhas e impacto econômico do mau funcionamento.
Ler artigo →Desaeração — Parte I
Gases que destroem caldeiras: mecanismos de corrosão por O₂ e CO₂, desaeração mecânica, química e o custo da inação.
Ler artigo →Desmineralização — Parte II
Leito misto: operação, regeneração e os erros que encurtam a vida das resinas.
Ler artigo →Desmineralização — Parte I
Mecanismos de degradação de resinas de troca iônica e seus impactos operacionais.
Ler artigo →Osmose Reversa — Condicionamento Químico (Parte II)
Programa de tratamento, normalização de dados e protocolo de limpeza CIP.
Ler artigo →Osmose Reversa — Condicionamento Químico (Parte I)
SDI, incrustação e o custo da negligência com a água de alimentação.
Ler artigo →Estação de Tratamento de Águas: A Linha Inicial de Defesa
Erros operacionais na ETA e seus impactos econômicos nos sistemas industriais.
Ler artigo →Fontes de Água
A origem da água impacta o programa de tratamento. Você revisa o seu?
Ler artigo →Por que Nenhum Fluido Substituiu a Água nos Processos Industriais Até Agora
O papel do calor específico e do calor de vaporização na eficiência dos sistemas industriais.
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